quinta-feira, 10 de setembro de 2009

DEFESA




Cortarei

Os pulsos

Do pudor

Para

Te poder falar

de amor,

Mas

De uma maneira

Que não entendas

( E, assim,de mim
Me defendas)




SÃO BANZA

42 comentários:

  1. O AMOR SEMPRE ELE A FAALR ENTRELINHAS E A SANGRAR...
    Belo Poema!

    Abraço

    ResponderEliminar
  2. Precioso poema, querida amiga. Me apena disponer de tan poco tiempo... todo mejorará!
    Bon cap de setmana!
    Petons
    Encarna

    ResponderEliminar
  3. Bem vinda é e será, MEMÓRIA DE ELEFANTE!

    Que bom ter gostado.

    Bom final de semana.

    ResponderEliminar
  4. Muito grata lhe fico pelo apreço, DONA!

    Excelente seja o seu final de semana.

    ResponderEliminar
  5. Que feliz surpresa, minha querida ENCARNA!

    Muchas gracias por tu apreço.

    Um bon cap de setmana, tam´bién.

    Beijinhos para vosotros.

    ResponderEliminar
  6. Não cortando pulsos mas usando dons...
    Assim te vejo.

    ResponderEliminar
  7. Obrigado pela visita. Já adicionei seu blog aos que sigo.
    Beijos!

    ResponderEliminar
  8. forma bela de se falar de amor..
    beijo

    ResponderEliminar
  9. que poema, zará! mas não é peciso tanto...
    a defesa ganha porque tem razão!
    beijinhos das nossas ilhas, cada vez mais encantadas...

    ResponderEliminar
  10. Menina....bem...
    minha amiga...
    que poema e tanto!
    Que alma!

    Abraço meu
    M.

    ESPAVO!

    ResponderEliminar
  11. Lindo...lindisimo...con sentimiento y mucho amor.

    Un beso, mi muy querida amiga y admirada Sao

    ResponderEliminar
  12. Uma imagem linda, "os pulsos do pudor".

    gOSTEI, GOSTEI MUITO.


    aLICE, A FININHA

    ResponderEliminar
  13. "Era uma vez quatro velas que estavam queimando calmamente...
    O ambiente estava tão silencioso que se podia ouvir o diálogo que travavam....
    - Eu sou a paz!
    Apesar da minha luz as pessoas não conseguem manter-me, acho que vou apagar.
    E diminuindo, devagarinho, apagou-se totalmente.

    A segunda disse: - Eu sou a fé!...
    Infelizmente sou muito fraca. As pessoas não querem saber de Deus. Não faz sentido continuar queimando.
    Ao terminar de falar, bateu um leve vento e apagou-a.

    Baixinho e triste a terceira vela se manifestou: - Eu sou o amor!...
    Não tenho mais forças para queimar. As pessoas me deixam de lado, só conseguem enxergar-se, esquecem-se até daqueles à sua volta. E, num piscar de olhos, apagou !!!

    De repente... Entrou uma criança e viu as três velas apagadas.
    - O que é isto? Vocês deviam queimar até o fim. Dizendo isso começou a chorar.
    Então a quarta vela disse: - Não tenhas medo criança. Enquanto eu ainda queimar podemos acender as outras velas... Eu sou a esperança!

    A criança com os olhos brilhantes pegou a vela que restava e acendeu as demais"

    QUE A VELA DA ESPERANÇA JAMAIS SE APAGUE DENTRO DE VOCÊ!

    ResponderEliminar
  14. Bonito, São! Gostei. :) Boa semana, amiga; fica bem!

    ResponderEliminar
  15. Este poema fez-me lembrar Almodovar e as personagens que ele cria para o cinema.

    Óptima semana!

    ResponderEliminar
  16. Este é o meu post de hoje

    A EXPLICAÇÃO DEVIDA

    Minhas queridas amigas, meus prezados amigos:

    Esta minha tão longa ausência não se deve, na totalidade, a férias, que acabaram há imenso tempo!!! Já estou a precisar de mais, não tarda nada… 
    Acontece que tive uma oferta de trabalho, que considero irrecusável, e que estive a analisar muito a sério, na medida em que implica saída do país, com os inconvenientes que isso acarreta para quem tem família constituída: casa para morar, colégio para a filha, etc., etc.
    Ausentei-me do país – fui até aos Estados Unidos – observar “in loco” local e condições de trabalho, e tudo o mais que me parece aconselhável tratando-se de uma mudança tão radical.
    Como cheguei à conclusão de que tudo é, aparentemente, razoável, estou decidido a avançar para esta aventura.
    Estou com esperança que tudo dê certo, e conto convosco para fazerem uma “forcinha” nesse sentido.
    Não tenho ainda data marcada para partir. Como espero ter uns diazitos mais ou menos disponíveis, pelo menos com ALGUM tempo disponível, antes de abalar, vou tentar programar meia dúzia de posts para irem sendo publicados; depois de devidamente instalado lá na minha nova morada, espero, mesmo do fundo do peito, poder contactar convosco, pelo menos de vez em quando.
    Gostava de vos agradecer o carinho e amizade com que me receberam neste maravilhoso mundo da blogosfera, e dos quais (carinho e amizade) continuaram a dar-me provas todo o tempo.
    Muito francamente não sei como fazê-lo. Usar “chavões” mais do que batidos penso que seria um insulto à vossa inteligência.
    Por isso direi apenas: muito obrigado! Levar-vos-ei comigo, no pensamento. E no coração também, porque não dizê-lo?
    Vou tentar publicar um post ainda hoje. Se não for possível, será amanhã.
    Um abraço especial de despedida, e beijos para as minhas amigas.
    Botinhas

    ResponderEliminar
  17. Uau...belas as tuas palavras em forma de poema!!!
    Jinhos milk

    ResponderEliminar
  18. Aproveitei o vento e a maré e naveguei até ao teu mundo e ás tuas palavras... bebi e deixo um convite:

    O autor Luis Ferreira, e a editora Temas Originais têm o prazer de o/a convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro “Sentir as palavras”, a ter lugar na sala Green Room do Freeport - Alcochete, no próximo dia 26 de Setembro, pelas 17:00.

    O autor e a obra serão apresentados pela Dr.ª Carmo Miranda Machado
    O lançamento terá a presença do Trio Opus Musique e da SamariTuna - Tuna Feminina da Universidade Lusófona.

    ResponderEliminar
  19. Obrigada pela ligação e espero que volte sempre para comentar.

    E, se quiser, tem outro blogue meu que pode visitar também : "são"
    Saudações.

    ResponderEliminar
  20. Vindo de ti, é um enorme presente.
    Bem hajas, CARLA!

    ResponderEliminar
  21. Querida xará minha, por vezes é preciso mais, rrsss

    Disfuta bem essa maravilhas todas e delicia-nos com mais fotos lindas: é que eu já fui ver as que lá tens, embora sem deixar comentário.

    Abraço grande

    ResponderEliminar
  22. Comovida, lhe agradeço minha querida MARIZ!
    BEm haja!
    NAMASTÈ!

    ResponderEliminar
  23. Muchissimas gracias, meu querido e considerado RICARDO.
    BEm hajas!

    ResponderEliminar
  24. Obrigada por ter gostado, ALICE.
    Bem haja!

    ResponderEliminar
  25. Gosto de que tenhas gostado, amigo.
    Um beijo, ÁRABE!

    ResponderEliminar
  26. Quanta responsabilidade me coloca em cima, LEGÍVEL!

    MAs eu escrevi o poema antes de Almodovar aparecer, pois teria pouco mais de trinta anos ...e completarei 60 em 22 de Setembro 2009, rrrssss


    Um abraço.

    ResponderEliminar
  27. Meu caro BOTINHAS, não me deixes descalça, sim?

    Não desapareças deste mundo internético. PLEASE!

    Sinceramente, te desejo que essa tua ida para o estrangeiro venha a concretizar-se tal como a sonhas.

    Um enorme abraço.

    ResponderEliminar
  28. Quanto te agradeço o apreço, linda.
    Bem hajas, MARIA CLARINDA!

    ResponderEliminar
  29. Que tudo seja como deseja, LUÌS!

    Um abraço

    ResponderEliminar
  30. Ó São - e venho eu ler isto... mas que intensidade!
    Forte a apixonante... e curto (o que é uma arte!)Quente!
    Beijinhos

    ResponderEliminar
  31. Que saudades eu já tinha de ti, minha linda!

    Obrigadisssima por gostares.

    Um forte abraço.

    ResponderEliminar
  32. Oi São,
    Poema pequeno, gostoso e cheio de atitude.
    Gostei amiga!
    Beijos,
    Dalinha

    ResponderEliminar
  33. Gostei que tivesse gostado.
    Obrigada, zogia!

    ResponderEliminar
  34. A intensidade das palavras, quando se fala de amor.

    Magnífico poema!

    ResponderEliminar
  35. Bem vinda!
    Muito agradecida pela generosidade.
    Feliz semana.

    ResponderEliminar
  36. Gostei do teu poema, São. Vou passar a visitar também este teu espaço.
    Um beijo.

    ResponderEliminar

Grata pela vinda!

Não saia sem comentar: a sua opinião importa
(-me).

E volte, em paz...